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Las flores más hermosas

HISTORIOGRAFIA desde Santana do Livramento, Brasil/Carlos Alberto Potoko para Diario Uruguay.

El nombre “Fátima”, atribuido a la famosa aparición de la Virgen María en Portugal, tiene orígenes que datan de la presencia musulmana en la Península Ibérica. Fátima, hija del profeta Muhammad, juega un papel crucial en el Islam, siendo venerada por su linaje como la esposa de Ali ibn Abi Talib. Esta conexión histórica da significado al nombre “Fátima” a los musulmanes, tanto sunitas como chiítas, que a menudo lo atribuyen a sus hijas en honor a esta figura central en la historia islámica.

Respecto a la aparición de Nuestra Señora de Fátima el 13 de mayo de 1917, la historia del nombre está rodeada de leyendas. Una de las versiones más populares informa que en el siglo XII, un caballero portugués llamado Dom Gonçalo se enamoró de una princesa musulmana, también llamada Fátima, hija de un gobernador morisco de Alcácer do Sal. En honor a su amado, Dom Gonça nombró a sus tierras con el nombre “Fátima”. Esta historia, aunque envuelta en romanticismo, destaca la influencia de la cultura y presencia musulmana en la región, contribuyendo a la asociación del nombre “Fátima” con el lugar de las apariciones marianas en Portugal.

El arzobispo norteamericano Fulton Sheen, un renombrado líder católico romano del siglo XX, expresó una opinión mística sobre la relación entre el cristianismo y el Islam a través de la devoción a la Virgen de Fátima. Sheen creía que las apariciones de Nuestra Señora en Fátima, Portugal, en 1917, no sólo eran significativas para los católicos, sino que también tenían implicaciones más amplias para el mundo musulmán.

Sheen argumentó que el mensaje de paz, arrepentimiento y oración transmitido por la Virgen María en Fátima era universal y trascendió las fronteras religiosas. Vio en las apariciones una oportunidad para la reconciliación entre el cristianismo y el Islam, destacando que María es venerada tanto por cristianos como por musulmanes como una figura de virtud y pureza.

Con todo lo que estamos viviendo en el mundo, especialmente en nuestro Estado, en todo el mes de María, estamos descubriendo que la Biblia no es un cuento de hadas. Hoy pido, en especial a Rio Grande do Sul, que todas las madres y sus familias sean recibidas, que los animales sean salvos y que los ángeles acampen alrededor de cada uno de ellos.

Maio é o mês de Maria, a mais bela das flores, é o mês dedicado à Virgem Maria, que nos leva ao seu filho. O Papa Francisco afirmou: “Maria é a mãe que, com paciência e ternura, nos leva a Deus, para que Ele desate os nós da nossa alma”. Lembremos que a imagem de Nossa Senhora de Fatima de Portugal visitou nossa cidade em 22 de julho de 1953 causando comoção aos fiéis em toda fronteira.

O nome “Fátima”, atribuído à famosa aparição da Virgem Maria em Portugal, tem origens que remontam à presença muçulmana na Península Ibérica. Fátima, filha do Profeta Muhammad, desempenha um papel crucial no Islã, sendo reverenciada por sua linhagem como a esposa de Ali ibn Abi Talib. Essa conexão histórica confere significado ao nome “Fátima” para os muçulmanos, tanto sunitas quanto xiitas, que frequentemente o atribuem às suas filhas em homenagem a essa figura central da história islâmica.

Em relação à aparição de Nossa Senhora de Fátima em 13 de maio de 1917, a história do nome é cercada por lendas. Uma das versões mais populares relata que no século XII, um cavaleiro português chamado Dom Gonçalo se apaixonou por uma princesa muçulmana, também chamada Fátima, filha de um governador mouro de Alcácer do Sal. Em honra à sua amada, Dom Gonçalo nomeou suas terras com o nome de “Fátima”. Essa história, embora envolta em romantismo, ressalta a influência da cultura e da presença muçulmana na região, contribuindo para a associação do nome “Fátima” com o local das aparições marianas em Portugal.

O arcebispo norte-americano Fulton Sheen, um renomado líder católico romano do século XX, expressou uma visão mística sobre a relação entre o cristianismo e o Islã por meio da devoção à Virgem de Fátima. Sheen acreditava que as aparições de Nossa Senhora em Fátima, Portugal, em 1917, não eram apenas significativas para os católicos, mas também tinham implicações mais amplas para o mundo muçulmano.

Sheen argumentou que a mensagem de paz, arrependimento e oração transmitida pela Virgem Maria em Fátima era universal e transcendia as fronteiras religiosas. Ele viu nas aparições uma oportunidade para a reconciliação entre o cristianismo e o Islã, destacando que Maria é reverenciada tanto pelos cristãos quanto pelos muçulmanos como uma figura de virtude e pureza.

Com tudo que estamos vivendo no mundo, em especial no nosso Estado, em pleno mês da Maria, estamos descobrindo que a Bíblia não é um conto de fadas. Hoje peço, em especial ao Rio Grande do Sul, que todas as mães e suas famílias sejam acolhidas, que os animais sejam salvos e que os anjos estejam acampados ao redor de cada uma delas.